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Publicado em 28/05/2019 | Categoria: APAC em destaque
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Pernambuco se rene com representantes da Unio para intensificar aes de planejamento no mbito dos recursos hdricos

Um encontro entre membros do Governo de Pernambuco e da União, com foco na integração das ferramentas de planejamento do Estado e as dos órgãos federais estratégicos da área de Recursos Hídricos aconteceu, essa semana, no Recife.


Na ocasião, estiveram em pauta o Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH) e a atualização do Atlas de Abastecimento de Água.  Além disso, foi formado um grupo de discussão entre os participantes para acompanhamento das metas pactuadas. A atuação do Estado será coordenada pela Seinfra-PE, que garantirá a integração com os seus órgãos vinculados: a Apac e a Compesa, além da Executiva de Recursos Hídricos.

 

Do lado do Governo Federal, participam do grupo os representantes do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). “O recorte do Plano de Segurança Hídrica para Pernambuco foi elaborado por meio do trabalho conjunto entre as equipes aqui reunidas, considerando como premissa as fontes de abastecimento para as demandas atual e futura. Já o Atlas é um detalhamento desse plano e uma importante ferramenta de planejamento, que serve como um indicativo de por onde caminhar para que possamos garantir o abastecimento, ainda que  haja um período prolongado de seca”, explicou a Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista.

 

Para a gestora pernambucana, a integração desse grupo de trabalho precisa necessariamente “se tornar verdade na vida das pessoas”.  “O semiárido pernambucano tem um dos cenários mais críticos de disponibilidade hídrica per capita. Por isso, é fundamental pensar na gestão e no planejamento dos Recursos Hídricos como uma Política Pública e de desenvolvimento social também.  Acredito que só assim podemos diminuir a distância entre os estudos na área de Recursos Hídricos e os seus impactos sociais”, pontuou Fernandha, que também é doutoranda na área.


Coube ao superintendente da ANA, Sérgio Ayrimoraes, apresentar a visão de futuro do PNSH com foco em ações sustentáveis de médio e longo, sendo definidas quatro dimensões como principais. São elas: humana, econômica, ecossistêmicas e resiliência - esta última a de maior criticidade e na qual são apontadas as diferenças regionais e formas de tratamentos adequados a cada realidade.   


Também receberam a atenção dos presentes questões como Reuso da água e sustentabilidade tanto hídrica quanto operacional, bem como a busca da diversificação das fontes de captação de recursos para área, para além do orçamento público. Ainda foram apresentados o grau de segurança hídrica, por meio do diagnóstico alcançado pelo PNSH, estudos preliminares e suas obras potenciais e os avanços na forma de pensar o planejamento e seus reflexos no modelo de gestão e governança desejado para o atual contexto do País. “São questões transversais e que precisam ser tratadas com essa integração entre os entes federados para que haja uma ponte para o desenvolvimento econômico e social do país como um todo”, colocou o diretor da ANA, Marcelo Cruz.