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Publicado em 17/03/2011 | Categoria: Informe/Agenda
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Radar para monitorar os rios

Pernambuco vem dando passos importantes no monitoramento de desastres naturais. Depois da enchente que castigou a Zona da Mata no ano passado, institutos e agências locais estão trabalhando para evitar outras tragédias semelhantes. Sob a coordenação da Agência Nacional das Águas, cientistas pernambucanos estão fazendo o ´modelamento` dos rios Una e Mundaú. A experiência que começará a ser testada já no próximo mês, servirá também, como plano piloto para a participação do estado na criação do Sistema Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais.

O ´modelamento` é um trabalho de monitoramento constante do rio com a ajuda de radares e outros instrumentos de alta tecnologia. O objetivo da ação é, a partir da troca de informações com os institutos de meteorologia, prever com maior rapidez possíveis inundações. ´O sistema vai funcionar a partir das informações do tempo. Munidos desses dados de onde e quanto vai chover, por exemplo, poderemos simular enchentes e saber os pontos que elas vão atingir horas antes de acontecer`, explica o diretor presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Marcelo Asfora. ´Isso nos permitirá evitar, sobretudo, mortes`, garantiu.

A iniciativa surgiu depois da tragédia que atingiu 11 municípios da Mata Sul do estado, em 2010. Ainda de acordo com Asfora, para evitar novas enchentes e, consequentemente, salvar vidas, o governo de Pernambuco está investindo R$ 8 milhões na modernização do sistema de alerta. Para o inverno deste ano, o conjunto de ações atenderá toda a bacia litorânea, que inclui além dos rios Una e Mundaú, os rios Sirinhaém, Ipojuca e Capibaribe.

A segunda etapa do projeto, que será desenvolvida em 2012, vai contemplar as bacias hidrográficas do Sertão. ´Nosso objetivo é estender esse serviço de monitoramento e alerta para todo estado. Com fóco no nosso maior problema, as enchentes`, disse Marcelo Asfora.

Centro nacional

Por conta desses projetos, o estado é apontado como uma peça-chavena articulação e criação do tão esperado e necessário, Sistema Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais. O centro que terá sede em Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, é uma proposta do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) que pretende agregar todos os centros de estudos de fenômenos naturais do país e a partir das informações compartilhadas entre eles, realizar prognósticos de desastres iminentes em qualquer uma das regiões.Ao todo, serão R$ 250 milhões em investimentos, durante os próximos quatro anos.

"Nosso objetivo é estender esse serviço de monitoramento alerta para todo o estado" Marcelo Asfora, diretor presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac)

Saiba mais

No Estado

R$ 8 milhões é o valor investindo pelo governo do estadona modernização do sistema de alerta.

Para o inverno deste ano, o conjunto de ações atenderá toda a bacia litorânea, que inclui os rios Una, Mundaú, Sirinhaém, Ipojuca e Capibaribe

A segunda etapa do projeto, que será desenvolvida em 2012, vai contemplar as bacias hidrográficas do Sertão pernambucano

No país

R$ 250 milhões serão investidos na criação do Sistema Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastre Naturais

O sistema será inaugurado em novembro deste ano, sob coordenação de Carlos Nobre, atual secretário de Políticas e Programas de Pesquisas e Desenvolvimento do MCT

Meta é atender pelos menos mil municípios do país considerados mais expostos a acidentes naturais no prazo máximo de quatro anos.


Extraído do Diario de Pernambuco do dia 17/03/2011.