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Publicado em 19/04/2011 | Categoria: Artigos/Opinio
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PROJETO DE SUSTENTABILIDADE HDRICA

Suzana MontenegroEm Pernambuco, Suzana Maria Gico Lima Montenegro, diretora de Regulação e Monitoramento da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC ), órgão gestor de águas no Estado, afirma que os planos de bacias são executados com o objetivo de uma gestão integrada, mas reconhece que ainda há muito por fazer.“Tivemos um grande avanço no campo da gestão de recursos hídricos com a implantação da outorga de direito de uso. Também temos investido muito na modernização e ampliação da rede de monitoramento hidrometeorológico, que compreende as águas superficiais e a instalação de rede de monitoramento de águas subterrâneas”, especifica.

 

De acordo com Suzana, conforme os Estados implementam instrumentos para melhorar a gestão, têm

diferentes níveis de avanço, mas todas as mudanças que ocorrem no setor são consideráveis. Um dos projetos em destaque realizado pela instituição é o PSH – Projeto de Sustentabilidade Hídrica -, financiado pelo Banco Mundial. Ele abrange ações de infraestrutura de esgotamento sanitário, fortalecimento da gestão de recursos hídricos e melhoria na eficiência nos sistemas de abastecimento de água, com a redução de perdas.

 

Pernambuco também tem investido em projetos para construção de barragens para contenção de enchentes nas bacias e projetos de adutora, a exemplo da Adutora do Agreste. “Temos trabalhado para trazer a iniciativa privada para investir no Estado, buscando a implantação de obras de esgotamento sanitário na Região Metropolitana do Recife”, salienta Suzana.

 

As dificuldades na implementação efetiva dos instrumentos de gestão, como as ações previstas nos planos de bacias, enquadramento dos corpos d´água e a cobrança pelo uso da água estão entre os principais desafios. Além da participação efetiva da população no sistema de gerenciamento de recursos hídricos para garantir o abastecimento das gerações. “Quando se trata de um tema tão sério como é a disponibilização de água no futuro, trabalhamos com o balanceamento de oferta e demanda. Aumentamos a oferta, a exemplo do planejamento do uso da água da transposição do São Francisco, e controlamos a demanda, que procuramos exercer por meio da outorga. Também há um esforço para o controle das perdas nos sistemas de abastecimento de água. As metas estão sendo traçadas”, salienta ela.

 

Fonte : Revista Água e Meio Ambiente Subterrâneo nº 20 - Fevereiro/Março 2011