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Publicado em 20/06/2011 | Categoria: APAC em destaque
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Caminho das guas ser mapeado

Uma parceria entre a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) possibilitará a elaboração de um Atlas de Vulnerabilidade a Inundações para o Estado. O anúncio foi feito ontem, em uma reunião entre representantes das instituições na sede da Secretaria de Recursos Hídricos e Energéticos. O objetivo do mapa é indicar as áreas mais vulneráveis e locais onde precisam de uma maior intervenção do Governo. O prazo para a entrega do serviço, que também irá fazer parte do Sistema Nacional de Monitoramento, é de aproximadamente seis meses.

O objetivo da ANA é que cada estado possua um atlas próprio. Pernambuco e Alagoas estão em estágio avançado de elaboração, já que recentemente passaram por problemas causados pelas chuvas. “Esses estados sofreram grandes dificuldades com as últimas chuvas e já deram início a um processo de monitoramento. Todos esses dados já levantados serão acoplados ao Atlas”, disse o diretor de Planejamento da ANA, Dalvino Franca. Os dados coletados são referentes à área da Mata Sul de Pernambuco, parte mais atingida pelas chuvas. Essas informações, inclusive, indicaram a necessidade de construção de cinco novas barragens na região.

O levantamento de informações por meio da Atlas já funciona em alguns locais do País. No Amazonas, por exemplo, informações coletadas nas nascentes do rio Amazonas ajudam a prever inundações em algumas cidades. Outro local que recebe este tipo de monitoramento, em uma parceria firmada entre a ANA e a Chesf, é o rio São Francisco. “Com o monitoramento das chuvas que assolam Minas Gerais, temos informações sobre a elevação do nível do rio em Petrolina com aproximadamente 20 dias de antecedência”, explicou Franca.

De acordo com o diretor-presidente da Apac, Marcelo Asfora, o governo já vem fazendo trabalhos em duas linhas. “Os investimentos do Governo estão sendo realizados tanto para o lado preventivo quanto para lado emergencial. O Atlas vem para que os desastres sejam evitados, retirando famílias de áreas de risco antes dos problemas acontecerem”, contou Asfora. Dados como o nível de ocupação das áreas, características do solo e estrutura para deslocamento de pessoas em caso da necessidade de retirada. Os custos para a elaboração do Atlas ficará por conta da ANA, que já possui verba garantida para a ação.

Petrolina

Um processo que vem sendo implantado em Petrolina e já possui sistema de monitoramento, é a marcação das ruas que podem ser atingidas em caso de cheia no rio São Francisco. “A marcação seria feita nos postes da rede elétrica. Cada poste receberia uma marcação indicando a possibilidade de alagamento da rua de acordo com a quantidade de chuva. Assim, quando tivemos a informação podemos determinar quais os pontos da cidade que serão mais afetados e, dessa forma, possibilitar a emissão de um alerta por parte da Defesa Civil”, revelou Dalvino Franca. O objetivo é aplicar este sistema em várias cidades do Interior.