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Publicado em 11/11/2014 | Categoria: Mais Notcias
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O Monitor das Secas do Nordeste permite ao proativa da convivncia com a seca

O programa será aliado na prevenção da escassez da água

 

A Agência Pernambucana de Águas e Clima de Pernambuco (APAC) em parceria com o Banco Mundial anunciam a criação de um programa de computador que fornecerá dados que irão auxiliar o planejamento de ações para reduzir o impacto da falta de chuva em diversos setores estado. O projeto Chamado de Monitor de Secas do Nordeste foi inspirado em um mapa de secas que existe nos Estados Unidos funcionará da seguinte forma:  Através desse programa serão coletadas informações não apenas de dados técnicos, se choveu ou não, bem como a umidade do solo, como está o estado vegetativo da região, mas também o impacto causado na vida das pessoas, dos agricultores e recursos hídricos. Como foi dito por uma das idealizadoras do projeto a professora de meteorologia da Universidade de São Paulo (USP), Maria Assunção Dias.

De acordo com o Gerente de Meteorologia e Mudanças Climáticas da APAC, Patrice Oliveira esse projeto irá cruzar informações entre secretarias do estado, como exemplo as Secretarias de Infraestrutura e a de Agricultura e o Instituto de Pesquisas Agronômicas de Pernambuco (IPA). As informações colhidas nos diversos institutos de meteorologia do nordeste serão reunidas em um mapa contendo cinco cores destacando a vermelha que seriam os locais críticos que demandariam maior atenção, quanto mais grave a seca, mas escura é a cor. Os mapas com as informações sobre a intensidade da seca no Nordeste vão ser atualizados a cada mês e serão divulgados na internet.

A ideia é produzir estes mapas semanalmente e ampliar o banco de dados com o diagnóstico da seca em todo o país. A partir destas informações serão adotadas ações específicas para minimizar os impactos da estiagem, de acordo com a gravidade da seca em cada município.

"Estas ações podem ser desde uma campanha para a redução do consumo até um rodízio ou um racionamento mais intenso. O importante é que você tenha as ações estruturadas e você possa atuar em tempo hábil, minimizando o impacto da seca para a população ou outros setores, no caso da agricultura, pecuária, enfim, todos que precisam da água para a sua atividade", afirmou o presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Marcelo Asfora.

Um dos reflexos do monitor de secas é a gestão dos reservatórios, "A retirada da água de cada barragem vai ser em função do monitor de secas, em função da sua severidade em relação à intensidade, em relação à duração da seca. Se você tiver uma maior duração, o seu controle, seu planejamento vai ter que ser mais rígido. Se tiver menor duração você faz um mais suave. Nós temos que conviver com a seca e isso é uma das formas de convivência com a seca. É a garantia do máximo de tempo de fornecimento de água para o consumo humano", afirmou o diretor da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) no Agreste, Leonardo Selva.

Texto: Andréa Gonzalez

 

 

Texto: Andréa Gonzalez